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Quando me formei, no ano de 2003, pouco se falava de marketing na área da saúde. Somente grandes clínicas e hospitais possuíam verba disponível para tal investimento e, ainda assim, a aplicação era restrita. Hoje em dia no Brasil, com o aumento da oferta de cursos como medicina, odontologia, fisioterapia e psicologia, o mercado de trabalho para esses profissionais está cada vez mais acirrado e o profissional da saúde se vê obrigado a sair do consultório para cuidar da parte administrativa e financeira.
No Brasil estima-se que anualmente se formem cerca de 25 mil médicos, 15 mil novos dentistas e 16 mil fisioterapeutas, além dos profissionais já existentes no mercado. A concorrência acirrada e a busca por pacientes exigem um investimento cada vez maior em marketing e divulgação. Mas, veja bem, marketing é diferente de propaganda, muitas vezes proibida pelos Conselhos. Essas normas podem ser consideradas uma pedra no sapato para muitos profissionais, mas com a orientação adequada é possível se posicionar no mercado sem deixar de lado a ética e responsabilidade para com os pacientes.
Entre normas e códigos de ética, os profissionais da área da saúde possuem uma gama de oportunidade para divulgar suas especializações e habilidades, além de levar o assunto saúde para a população sem a necessidade de ser um famoso médico convidado para um programa de televisão.
O marketing, que antes consistia basicamente em indicação boca a boca (o que ainda existe e funciona) e entrevistas e participações em jornais e programas de rádio e TV, evoluiu e proporcionou uma certa igualdade para os profissionais que desejam se destacar. Mecanismos de busca e mídias sociais são um exemplo bem claro desse quadro pois, além de serem gratuitos, têm um grande alcance sobre o público que irá utilizar o serviço, no caso os pacientes. Mas não é só o Marketing digital que deve ser considerado. Levar um chá de cadeira na sala de espera, por exemplo, é cada vez menos aceito por pacientes. A tolerância diminuiu também com secretárias e equipes mal treinadas, e o amor só aumenta pelo profissional que demonstra empatia e cordialidade.
Percebe-se um início de mudança de mentalidade nesse nicho, ocorrendo uma conscientização sobre a importância de investir em marketing e mostrar seus diferenciais. É um verdadeiro desafio, tanto para os profissionais da saúde quanto para nós, profissionais de marketing, lidar com peculiaridades e esbarrar em regras legais, características e linguagens que cada profissão exige, além da responsabilidade de repassar corretamente informações, afinal, com saúde não se brinca!


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